CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO (2026) | CRÍTICA
Utilizando sua antiga fórmula, a Pixar nos dá um dos melhores filmes de 2026.
Utilizando sua antiga fórmula, a Pixar nos dá um dos melhores filmes de 2026.
Tensão e diálogos afiados em um relacionamento à beira do colapso.
Boa sequência, mas que força demais seus conflitos em meio ao caos.
Thomas Shelby, em meio à busca da paz pelo seu passado e guerras do presente, retorna a Birmingham
Em meio à estética suja e mixagem de som excepcional, Oliver Laxe faz um filme focado apenas em premiações.
Ryan Gosling brilha em uma ficção científica emocionante e visualmente linda.
Entre dúvidas e descobertas, um retrato honesto da juventude.
O ódio mascarado pela religião toma protagonismo na obra, onde discussões políticas surgem até mesmo no esporte.
Um drama contemplativo sobre o tempo e as marcas silenciosas da vida.
‘A Noiva!’ de Maggie Gyllenhaal é um triunfo visual, com um roteiro de retalhos.
Um suspense envolvente que prende rápido e cresce até um final tenso.
Kosinski cria uma imersão do espectador para dentro da F1, mesmo com roteiro morno.
Em meio a cenários deslumbrantes e personagens cativantes, surge uma história de amadurecimento.
Pixar entrega uma jornada visualmente agradável, mas que falha com sua estrutura narrativa fraca.
Chloe Zhao faz um espetáculo sentimental que decai ao longo de sua narrativa.
Atuações fortes seguram um drama que perde ritmo em momentos-chave.
Eliezer Lipnik e Joana Di Carso representam a Bahia de maneira superficial e entediante.
O retorno das veteranas traz peso, mas não resolve os problemas.
Linklater, Kaplow e Hawke dão aula de minimalismo numa conversa de bar poética.
Adaptação homônima usa Sydney Sweeney e Amanda Seyfried para popularizar longa, mesmo sendo fraco.
Mistério em camadas que transforma o terror em quebra-cabeça envolvente.
Um drama sobre feridas familiares que nem o tempo consegue apagar.
Kleber Mendonça Filho conta uma história ficcional, mas que reflete a realidade histórica brasileira.
Emeral Fennell cria uma fanfic, que foca mais no visual do que no drama.
Solidão, pertencimento e lembranças se tornam tema em animação deslumbrante.
Vampiros, racismo e liberdade: o peso humano por trás de Pecadores.
Timothée Chalamet se torna o maestro de um caos que não dá um minuto de paz.
Por falta de apoio na construção dramática, Song Sung Blue se apoia em Hugh Jackman e Kate Hudson para salvar o longa.
Paul Thomas Anderson cria uma distopia fictícia que é a cara da nossa realidade.
O romance de Mary Shelley retoma as telas em nova adaptação de Guillermo del Toro.
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