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CRÍTICAS

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO (2026) | CRÍTICA​

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO (2026) | CRÍTICA​

Utilizando sua antiga fórmula, a Pixar nos dá um dos melhores filmes de 2026.

O DRAMA (2026) | CRÍTICA

O DRAMA (2026) | CRÍTICA

Tensão e diálogos afiados em um relacionamento à beira do colapso.

CASAMENTO SANGRENTO – A VIÚVA (2026) | CRÍTICA

CASAMENTO SANGRENTO – A VIÚVA (2026) | CRÍTICA

Boa sequência, mas que força demais seus conflitos em meio ao caos.

PEAKY BLINDERS: THE IMMORTAL MAN (2026) | CRÍTICA

PEAKY BLINDERS: THE IMMORTAL MAN (2026) | CRÍTICA

Thomas Shelby, em meio à busca da paz pelo seu passado e guerras do presente, retorna a Birmingham

SIRAT (2025) | CRÍTICA

SIRAT (2025) | CRÍTICA

Em meio à estética suja e mixagem de som excepcional, Oliver Laxe faz um filme focado apenas em premiações.

DEVORADORES DE ESTRELAS (2026) | CRÍTICA

DEVORADORES DE ESTRELAS (2026) | CRÍTICA

Ryan Gosling brilha em uma ficção científica emocionante e visualmente linda.

ENZO (2026) | CRÍTICA

ENZO (2026) | CRÍTICA

Entre dúvidas e descobertas, um retrato honesto da juventude.

TATAME (2026) | CRÍTICA

TATAME (2026) | CRÍTICA

O ódio mascarado pela religião toma protagonismo na obra, onde discussões políticas surgem até mesmo no esporte.

SONHOS DE TREM (2025) | CRÍTICA​

SONHOS DE TREM (2025) | CRÍTICA​

Um drama contemplativo sobre o tempo e as marcas silenciosas da vida.

A NOIVA! (2026) | CRÍTICA

A NOIVA! (2026) | CRÍTICA

‘A Noiva!’ de Maggie Gyllenhaal é um triunfo visual, com um roteiro de retalhos.

Foi Apenas um Acidente (2025) | CRÍTICA​

Foi Apenas um Acidente (2025) | CRÍTICA​

Um suspense envolvente que prende rápido e cresce até um final tenso.

F1 (2025) | CRÍTICA

F1 (2025) | CRÍTICA

Kosinski cria uma imersão do espectador para dentro da F1, mesmo com roteiro morno.

A PEQUENA AMÉLIE (2025) | CRÍTICA

A PEQUENA AMÉLIE (2025) | CRÍTICA

Em meio a cenários deslumbrantes e personagens cativantes, surge uma história de amadurecimento.

ELIO (2025) | CRÍTICA

ELIO (2025) | CRÍTICA

Pixar entrega uma jornada visualmente agradável, mas que falha com sua estrutura narrativa fraca.

HAMNET (2025) | CRÍTICA

HAMNET (2025) | CRÍTICA

Chloe Zhao faz um espetáculo sentimental que decai ao longo de sua narrativa.

SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA (2025) | CRÍTICA

SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA (2025) | CRÍTICA

Atuações fortes seguram um drama que perde ritmo em momentos-chave.

DE VOLTA À BAHIA (2026) | CRÍTICA

DE VOLTA À BAHIA (2026) | CRÍTICA

Eliezer Lipnik e Joana Di Carso representam a Bahia de maneira superficial e entediante.

PÂNICO 7 (2026) | CRÍTICA

PÂNICO 7 (2026) | CRÍTICA

O retorno das veteranas traz peso, mas não resolve os problemas.

BLUE MOON (2025) | CRÍTICA

BLUE MOON (2025) | CRÍTICA

Linklater, Kaplow e Hawke dão aula de minimalismo numa conversa de bar poética.

A EMPREGADA (2025) | CRÍTICA

A EMPREGADA (2025) | CRÍTICA

Adaptação homônima usa Sydney Sweeney e Amanda Seyfried para popularizar longa, mesmo sendo fraco.

A HORA DO MAL (2025) | CRÍTICA

A HORA DO MAL (2025) | CRÍTICA

Mistério em camadas que transforma o terror em quebra-cabeça envolvente.

VALOR SENTIMENTAL (2025) | CRÍTICA​

VALOR SENTIMENTAL (2025) | CRÍTICA​

Um drama sobre feridas familiares que nem o tempo consegue apagar.

O AGENTE SECRETO (2025) | CRÍTICA

O AGENTE SECRETO (2025) | CRÍTICA

Kleber Mendonça Filho conta uma história ficcional, mas que reflete a realidade histórica brasileira.

“O MORRO DOS VENTOS UIVANTES” (2026) | CRÍTICA

“O MORRO DOS VENTOS UIVANTES” (2026) | CRÍTICA

Emeral Fennell cria uma fanfic, que foca mais no visual do que no drama.

ARCO (2025) | CRÍTICA​

ARCO (2025) | CRÍTICA​

Solidão, pertencimento e lembranças se tornam tema em animação deslumbrante.

PECADORES (2025) | CRÍTICA ​

PECADORES (2025) | CRÍTICA ​

Vampiros, racismo e liberdade: o peso humano por trás de Pecadores.

MARTY SUPREME (2025) | CRÍTICA ​

MARTY SUPREME (2025) | CRÍTICA ​

Timothée Chalamet se torna o maestro de um caos que não dá um minuto de paz.

SONG SUNG BLUE  (2025) | CRÍTICA

SONG SUNG BLUE (2025) | CRÍTICA

Por falta de apoio na construção dramática, Song Sung Blue se apoia em Hugh Jackman e Kate Hudson para salvar o longa.

UMA BATALHA APÓS A OUTRA (2025) | CRÍTICA ​

UMA BATALHA APÓS A OUTRA (2025) | CRÍTICA ​

Paul Thomas Anderson cria uma distopia fictícia que é a cara da nossa realidade.

FRANKENSTEIN (2025) | CRÍTICA ​

FRANKENSTEIN (2025) | CRÍTICA ​

O romance de Mary Shelley retoma as telas em nova adaptação de Guillermo del Toro.

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Subtrama

“Respeitamos a finitude da obra para podermos mergulhar em seu significado. A subtrama não é invenção; é a camada invisível que sustenta as escolhas visíveis.”

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